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L'année 1808 au Brésil
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09/09/2008
(1110 leituras)
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L'année 1808 au BrésilCompartilhar Hoje às 15:20 Voilà un événement historique que la Presse à peu relayé, et que la Télévision a tu. Pourtant, il y a deux cents ans, le 24 janvier 1808, le prince du Portugal, futur Jean VI du Potugal, pose le pied au Brésil, à Bahia, accompagné de sa famille et de dix milles personnes, partis de la mère patrie avec vingt navires. Il devint ainsi le premier monarque européen a posé le pied en sur une possession américaine. Le 7 mars, il débarque à Rio de Janeiro, dans l'enthousiasme le plus total des foules qui le reçoivent.
En 1807, Napoléon premier se lance dans une grande entreprise qui vise à bloquer les ports de tout le continent aux navires britanniques: la quasi-totalité des nations européennes s'y soumettent, d'autant qu'une partie d'entre elles sont gouvernées par les frères de l'Empereur (Louis en Hollande, Joseph à Naples); il arrache à Alexandre premier de Russie une adhésion, lors de l'entrevue de Tilsit. Une seule dynastie se fait frondeuse: les Bragance, qui a de vieilles origines capétiennes, ne veulent pas retirer à Porto le traffic massif de vin avec Albion, et rester fidèles à leur traditionnel allié anglais. Le 27 novembre, la famille quitte Lisbonne; le 30, le drapeau portugais est retiré du chateau Saint-Georges par les troupes françaises...
En 1815, la Grande Armée trépasse à Waterloo; un an plus tard, la Reine-mère du Portugal, Maria première du Portugal dite la Folle, meurt. Rien n'empêche le retour du souverain en Europe, mais la famille royale s'y plait. Le peuple portugais, qui se juge abandonné, exprime toutefois sa volonté de voir son monarque revenir. En 1822, Jean VI revient à Lisbonne; son fils, Pierre premier, reste au Brésil. Bientôt, l'Etat sera scindé en deux: un Royaume du Portugal et des Algarves -couronne abdiquée par ledit roi en 1826 et transmise à sa fille-, et un Empire du Brésil. Alors que le voisin espagnol s'empêtre dans de pénibles guerres d'indépendance sud-américaines menées notamment par le vénézuélien Simon Bolivar et l'argentin José de San Martín, l'indépendance du Brésil est acquise dans une ambiance bon enfant, puisque les choses se règlent en famille.
Tendance qui s'inversera au vingtième siècle. Le général Franco, nationaliste classique, n'a qu'un intérêt limité pour les maigres possessions espagnoles en Afrique; en 1968, il accorde, sans broncher, l'indépendance de la Guinée équatoriale. Salazar, chef du Portugal, souhaite fonder une constitution ambitieuse faisant de son pays un Etat "multiracial et pluricontinental", regroupant les possessions africaines, Timor, Goa, Macao, etc. Vision illusoire, quoique le Portugal fut l'Empire colonial le plus intégrationniste. Chose qui s'exprimera peut-être le mieux par la voix des deux fabuleuses équipes de football des années 60, le SL Benfica et la sélection nationale, dans lesquels évoluaient les africains Mario Coluna, José Aguas, Costa Perreira et surtout le légendaire Eusébio, vedette du mondial 1966 (durant laquelle les Lusitaniens terrassèrent l'équipe du Brésil du roi Pelé, non sans user de quelques tacles assassins: sans doute le moment le plus tendu de l'histoire des relations entre les deux pays). L'estado novo s'embourbe alors en Afrique, confronté aux rebelles angolais et mozambicains appuyés par Moscou et La Havane, engendrant sa propre chute -la Révolution des oeillets à lieu en 1974-, sans pouvoir empêcher lesdites indépendances, qui ont lieu en 1975.
F.M.
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