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D. Duarte na AG do IDP a 24 de Outubro de 2009
II Master de Verão em Política do IDP
Casa Real/ 2009
Entrevista a SAR D. Duarte pelo "Correio Real"
II jornadas Rei D. Carlos - 1º quinzena de Outubro de 2010
O 1º de Dezembro, uma mensagem para 2009
"Olhar para a frente", por D. Duarte Pio
D. Duarte e o referendo sobre a Monarquia
O ERRO DA OTA...conheça as razões por detrás do caso politico de 2007
D Duarte discursa sobre o problema do Tratado de Lisboa, no Master do IDP
Homenagem do 1 de fevereiro de 2009- Fotos
1º TROFÉU PRÍNCIPE DA BEIRA, a 1º visita oficial de D. Afonso
Petição aos CTT para homenagearem filatélicamente D. Nuno Álvares Pereira
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"Monarquia é a chave para a nossa liberdade", por John Gray
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A Desgraça do Ensino da História nas Nossas Escolas e a Falta da Cultura de Cidadania
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28/04/2007
(953 leituras)
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David Garcia*
Como recém-licenciado em História o que eu tenho notado ao longo da minha formação, não só desde o tempo da Escola Básica e/ou Secundária e pela fase Académica, é que de facto, a História seja ela de Portugal ou do Mundo não trata com o rigor que lhe é exigido os acontecimentos históricos e as análises político-económicas extremamente importantes para compreender as épocas que se estudam.
A partir do 10.º ano de Escolaridade, em História, fala-se: - da Grécia Antiga – pouco ou nada se fala dos acontecimentos políticos da época, passando apenas pela "fronha" uma Análise ao sistema política Ateniense, à cultura e claro à arquitectura; - da Roma Antiga – seguindo praticamente o mesmo como a Grécia Antiga.
De seguida, faz-se um salto para a Idade Média e o Império Carolíngio. Ninguém explica como é que caiu o Império Romano, ninguém explica como é que durante ainda bastante tempo tivemos um Império Romano do Ocidente e um Império Romano do Oriente - este que caiu em 1453, com a tomada de Constantinopla pelos Turcos Otomanos. O Império Carolíngio é retratado apenas numa questão social, pouco política. De repente fala-se da Formação de Portugal, esquecendo completamente a Formação do Território, liderada pelos Reis. Preferindo os autores dos manuais, falarem da ocupação do território e das Leis das Sesmarias assim do nada, sem dar a perceber ao estudante a razão pela qual foi tão importante essa lei na época do Reinado de Dom Fernando I. O Fim da Idade Média seja na Europa, seja em Portugal é falado de uma forma extremamente superficial. Fala-se da Peste Negra, mas não há uma unica página a falar da Grande Guerra dos 100 anos que opôs o Reino de França ao Reino de Inglaterra. Ninguém fala das Invasões Vikings e Muçulmanas, como seria da obrigação dessa gente, ainda nos séculos VIII, IX e X. Não há um fio condutor da História.
Quando chegamos ao 11.º ano de Escolaridade, em História, fala-se do Renascimento, mas nunca se falou da formação dos diversos Estados Italianos -Republicas, Principados e os Estados Papais. Assim como ninguém sabe o que foi o Grande Cisma do Ocidente. Fala-se do surgimento do Protestantismo, mas ninguém fala das Guerras Religiosas, nem da mais importante que foi a Guerra dos 30 anos! A Restauração da Independência de Portugal é praticamente esquecida, assim como se fala muito pobremente da Expansão Portuguesa e da Formação do nosso Império. Dá-se mais importância à formação dos Impérios Holandês e Inglês e Francês. Ninguém fala da Guerra dos 7 anos assim como a Independência dos Estados Unidos da América ficou por falar. Fala-se da Revolução Francesa, mas a Revolução Liberal Portuguesa só tem direito a meia dúzia de linhas. Contudo fala-se da Guerra Civil entre Liberais e Absolutistas, mas ninguém explica o que foi a Monarquia Constitucional Portuguesa em termos políticos, mas só se fala do Atraso Industrial em comparação às Outras potências Europeias. Ninguém fala dos Impérios coloniais no Oriente e a resposta Japonesa com a Era Meiji- esta que só tem direito a meia dúzia de linhas. São praticamente também esquecidas as Independências da América Latina.
No 12.º ano, em História os alunos começam o seu programa com a Revolução Industrial, falam das crises cíclicas do Capitalismo, mas esquecem-se completamente da riqueza política que foram os acontecimentos que varreram a Europa e Portugal no século XIX. Fala-se do surgimento das Ideias Marxistas, o Socialismo no seu esplendor, mas ninguém sabe o que foi a Comuna de Paris de 1871. Assim como ninguém fala da Guerra Franco-Prussiana, que foi a origem da I Guerra Mundial. Em relação a Portugal nos princípios do século XX. Fala-se da queda da Monarquia deliberadamente. Uma autêntica propaganda ao Regime Republicano. Os reinados de Dom Luís e de Dom Carlos são completamente esquecidos em termos políticos e não só. Fala-se do avanço dos ideais republicanos. Fala-se do Regicídio. Mas o reinado de Dom Manuel II é completamente esquecido. Surge a I Republica e a propaganda republicana aí está no seio auge. Em termos internacionais fala-se da I Guerra Mundial, fala-se da Revolução Soviética. A Crise da década de 30 e a ascensão dos regimes Fascista e Nazi na Itália e na Alemanha. A II Guerra Mundial e, claro posteriormente a Guerra-fria. O milagre Japonês e a Descolonização. Em relação a Portugal faz-se uma análise ao Estado Novo – II Republica, mas assim que se chega ao 25 de Abril, mais uma vez a propaganda deste regime actual é notória. Tudo o que foi da II Republica foi péssimo, nada deixou que se aproveitasse. Mas com a III Republica, naturalmente tudo muda de figura. Será que intenção é propagandear para manter o status quo? Talvez.... Fala-se da criação da CEE e União Europeia como as salvadoras da Pátria.
Mas depois de tudo isto. Sem um fio condutor e racional, como é que querem que os Estudante percebam de História? Como é que ficam admirados com a tamanha ignorância que notícias, falem de estudantes que digam que Salazar como "Rei de Portugal"? Como é que há falta de rigor pedagógico? Porquê que os alunos não têm História de Portugal no Secundário ou ainda no Ensino Básico? Compreende-se que seja importante também conhecer a História Mundial para percebermos a época em que vivemos, mas é inaceitável não haver uma disciplina de História de Portugal seja no Ensino Básico seja no Ensino Secundário. Podia haver História Universal no Ensino Básico e História de Portugal no Secundário ou vice-versa. ESCOLHAM!
Como é que podem achar graça a tamanha ignorância? Este país está a viver a Era dos "Morangos com Açúcar". A Ignorância é atroz. A despreocupação é assustadora. Dá-se mais importância aos movimentos de cultura urbana como o Hip Pop, origem muitas vezes de comportamentos completamente desajustados à sociedade, onde se sustêm ideais inconformistas e revoltantes - origem de comportamentos criminais, como assaltos a supermercados, centros comerciais, a casas das pessoas, em transportes públicos, já para não falar da poluição dos grafitis em tudo quanto é sítio, incluindo monumentos nacionais, património Histórico da Memória do Nosso Povo.
E assim vai Portugal. Num clima total de irresponsabilidade social. Falta de civismo. Falta de educação nas escolas, onde vemos professores a serem agredidos pelos próprios alunos. Falaram em liberdade há 33 anos, mas não ensinaram ainda às novas gerações o civismo e respeito pelo próximo. As pessoas não perceberam ainda, que a liberdade de um acaba quando começa a liberdade dos outros.
É preciso e urgente responsabilizar a sociedade. Ter um sistema penal eficaz que puna os alunos que desrespeitam os professores e que os responsabilizem por aquilo que é Seu Dever, enquanto aluno. Que é aprender e formar-se para a vida!
Voltando um pouco atrás, voltando ao dramático Ensino da História, é fundamental que se revejam os programas que se ensine a História de modo racional com um fio condutor que faça com que os alunos efectivamente percebam o que estão a estudar. E que nunca mais se oiçam asneiras como aquela do Salazar ter sido "rei de Portugal".
*-Presidente do FDR
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Na linha da frente dos que mais fazem pela igualdade de sexos estão os países no Norte da Europa como Noruega (2), Dinamarca (13), Espanha (10), Reino Unido (11), Holanda (12), Suécia (1).Curiosamente na sua maioria, porque não existem mais, monarquias
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| Republica Vs Monarquia
Vivem a ideologia de dois regimes diferentes mas unem forças na luta pelas liberdades públicas. Ribeiro Telles defende a instituição real como símbolo de continuidade histórica. Medeiros Ferreiras apoia-se na conquista do 25 de Abril para justificar a figura do presidente da República. A propósito da Implantação da República, hoje, 98 anos depois, como monárquico, o arquitecto aceitou entrevistar um republicano, a convite da Domingo
Na segunda-feira, dia 10 de Março , o programa “Prós e Contras” da RTP-1 foi subordinado ao tema ”Monarquia e República”.
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Novo site da Casa Real Portuguesa
"PERGUNTAS PROIBIDAS", IDP na Rádio Europa..clicar para ouvir
Lançamento da «CONSTITUIÇÃO 2.0»
Entrevista ao Arq. Gonçalo Ribeiro Telles, pelo Jornal de negócios
Liberdade, igualdade, fraternidade, mutualismo, solidariedade: tudo isso é uma coisa linda Mas quando nos impingem a cidadania, a coisa complica-se... O que é o cidadão? Para mim, não é só ter direitos e deveres: é ter que servir. Foi aí que compreendi melhor o problema da monarquia. Porque o cidadão fica-se na Revolução Francesa, não vai ao serviço. Os ingleses têm a ideia do serviço, que nós perdemos. Têm o serviço do rei, da rainha - é indiscutível. É uma condição. Não é para estar, é para ser. Através de uma simbologia e de um veículo humano.
Site Associado
ligação ao IDP
precisamos de deixar de sustentar o insustentável.(...) dar respostas rápidas, através de estímulos fiscal e financeiro, que permitam a reestruturação eficaz das empresas e dos
bancos. Quanto à reforma da regulação dos mercados de capitais e da
supervisão bancária internacional, o G20, que representa 90% do PIBmundial, só deverá tomar decisões a sério quando chegar o presidente Obama.
Novas tecnologias, infraestruturas, renovação de
imóveis e investimento, são tudo àreas onde Estado pode dar o exemplo e criar as condições para a iniciativa privada. É que sem energia sustentável não existe desenvolvimento sustentável.
Chama-se a isto SmartPower,
É importante que se aproveite também em Portugal essa acção de regulamentação. Evitando erros antigos é importante que não se promova mais uma vez uma visão limitada de nivelamento dos critérios de rentabilidade numa lógica puramente financeira e que se identifiquem, de uma vez por todas, os pó-portuguesa. Teremos a oportunidade de olhar para o apoio à economia, para a indústria, para a logística e para as actividades agro-industriais
Manifestando a intenção de contrariar a inacção perante a actual conjuntura que a todos atinge directamente, a Direcção decidiu um quadro de acções de debate sobre a actuação de Portugal no cenário comunitário e internacional.
Uma das iniciativas é o início de uma coluna do IDP, intitulada RUMOS, a partir de 2 de Outubro 08, no jornal OJE.Agora que já todos entenderam que a crise de 2008 é estrutural e não limitada a alguns bancos, Nancy Pelosi veio afirmar “Acabou a festa!”
Estamos no limiar de uma nova época, em que um quadro de novas
regras de mercado e novos centros financeiros se virão a estabelecer.
E contudo, os EUA e outros países da UE estão a afiançar o capital financeiro penalizando a classe média com os argumentos de "salvar
empregos” e restabelecer confiança nos mercados. A continuar assim,
estão a remunerar o capitalismo parasita.
os economistas americanos Carmen Reinhart e Kenneth Rogoff pesquisaram as crises financeiras dos últimos 800 anos e concluíram que falências do Estado eram um "fenómeno universal". Muitos países, na verdade, faliram mais de uma vez.
Está o Instituto da Democracia Portuguesa através de um seu Grupo de Trabalho - empenhado em um projecto de desenvolvimento da região do Vale do Tua em que é elemento charneira a linha de caminho de ferro existente. Esse projecto teve os seus passos iniciais na visita de estudo a Mirandela em 26 de Abril pp. e está a recolher o apoio de autarquias locais.
Qualquer economista gagueja desculpas se tiver de esclarecer o impacto real da bolsa nos movimentos na economia real...A bolsa de Lisboa desceu 20 por cento desde o inicio do ano... Alguns bancos perderam 50 por cento do seu valor em acções. Mas para o agricultor
ou empresário, isso não tem significado.convém começar a perceber que, para Portugal, boa parte das respostas não dependem de Washington nem de Bruxelas mas apenas de nós mesmos, portugueses.
C 2º Visita temática do IDP a uma região do País, que apesar de rica em recursos naturais, padece de vários problemas estruturais. Fundão/Cova da Beira,
A 29 de Outubro de 2007, teve inicio ás 11:00 do dia 5 de Julho , no Auditório da Escola de Pescas e Marinha de Comércio aquela que foi a 1º Assembleia Geral do IDP, após a Assembleia Constituinte
Assembleia Geral do IDP – Instituto da Democracia Portuguesa –
realizar-se-á no próximo dia 5 de Julho de 2008
A crise que se viveu no País na semana passada e que deixou o Estado «vulnerável» nas palavras do próprio Primeiro-Ministro podia ter, de facto, consequências maiores, se o Governo não tivesse agido no tempo limite.
Na sequência da greve nos transportes que afectou todo o Portugal Continental e Ilhas, o IDP (Instituto da Democracia Portuguesa) lançou um ciclo de debates e contributos no âmbito do Grupo de Trabalho Segurança Humana
«Uma crise estrutural e com permanência prometida para
uma década».
É desta forma que Frederico de Carvalho,
professor no Instituto Superior Técnico, caracteriza a
crise alimentar mundial que está a afectar Portugal.----O documento serve de preparação para o Seminário do Fundão a 5 de Julho que está a ser preparado pelo IDP em parceria com as ASSOCIAÇÕES DE AGRICULTORES E REGANTES DA REGIÃO E COM A CAMARA MUNICIPAL
Terá lugar no próximo dia 5 de Julho de 2008, no Fundão, o Colóquio IDP subordinado ao tema «A crise alimentar nos centros urbanos e o desenvolvimento do mundo rural».Com a presença de SAR D. Duarte de Bragança
.
Frederico Brotas de Carvalho apresenta algumas questões prementes relativas ao sistema representativo e ao aprofundamento da Democracia em Portugal.
Claro que este grupo de crápulas tem contado com a cumplicidade dos Governos, de alguns políticos (Muitos…). Daí assistirmos “serenamente”, há décadas, ao abandono das terras e à consequente a migração sistemática dos camponeses para as cidades. Em Portugal, a UE pagou para não se plantar; pagou para não se pescar; comprou enfim a nossa relativa autonomia alimentar. Veja-se que chegámos a exportar trigo; hoje temos que o importar!!! Evidentemente que nesta empreitada de desestruturação agrícola, como de resto de outros sectores da economia, houve a colaboração militante de muitos Vasconcelos… (Traduza-se: traidores.).
No dia 25 de Abril de 2008, o Instituto da Democracia Portuguesa (IDP) deslocou-se ao alto Douro, com o seu presidente honorário, Dom Duarte de Bragança.
A Direcção, associados e colaboradores, para realizar uma visita temática cuja preparação logística esteve a cargo do comandante Temes de Oliveira. Esta visita foi o culminar de contactos e trabalhos anteriores, com o objectivo de colaborar com Munícipios da região por forma a identificar pontos fortes e oportunidades e a fim de reduzir as assimetrias regionais e potenciar projectos que sirvam as populações do interior Norte.
Os lucros extraordinários da Grande Expansão entre 1980 e o Verão de 2007 chegaram ao fim. E os lucros sempre foram necessários mas nunca suficientes para uma economia estável. Diminuíram forçosamente quando os BRIC dispararam e os EUA, em particular, não modificaram o paradigma de produção, entretendo-se com guerras. Agora, os agentes económicos têm de se adaptar a rendimentos mais equitativos que permitam manter empregos e consumos.
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Jornal de Negócios: Reportagem sobre IDP e os Think Tanks em Portugal
Em estado puro, um think tank é uma instituição plural formada a partir da sociedade civil, com "staff" próprio, que produz conhecimento regular no intuito de promover o debate sobre políticas públicas. "Um think tank deve ser formado por um conjunto plural de interesses, mas também não é necessária uma santa e beata independência"
O Instituto da Democracia Portuguesa (IDP), com D. Duarte de Bragança como presidente de honra, assume-se como um think tank, responde Frederico Carvalho, dirigente do instituto fundado em 2007. "Não somos monárquicos. Temos pessoas independentes e com filiação em partidos de todo o espectro político, divididas por vários grupos de trabalho"
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Rectificação do IDP relativamente ao artigo do Jornal de Negócios
,sobre Think Tanks em Portugal, ode o IDP foi confundido com uma das suas várias iniciativas on-line,
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O centro de uma vida surge de repente, como um dom. E quando surge, o centro tudo arranja em seu redor
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