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Entrevista a D. Duarte no Jornal i
D. Duarte na AG do IDP a 24 de Outubro de 2009
Casa Real/ 2009
Entrevista a SAR D. Duarte pelo "Correio Real"
"Olhar para a frente", por D. Duarte Pio
D. Duarte e o referendo sobre a Monarquia
O ERRO DA OTA...conheça as razões por detrás do caso politico de 2007
D Duarte discursa sobre o problema do Tratado de Lisboa, no Master do IDP
Homenagem do 1 de fevereiro de 2009- Fotos
1º TROFÉU PRÍNCIPE DA BEIRA, a 1º visita oficial de D. Afonso
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SAR D. Duarte na entrega dos certificados do 1º Master do IDP
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"Monarquia é a chave para a nossa liberdade", por John Gray
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Cultura : D. Duarte no combate pelo património de Aveiro
2007/11/2 0:27:45 (354 vizualizações)
AVEIRO: ADERAV afirma apoio de D. Duarte no combate à deterioração de igrejas geminadas
D. Duarte de Bragança apoia campanha da ADERAV pela recuperação das igrejas geminadas de Aveiro. A Associação para a Defesa e Recuperação do Património lançou uma campanha que inclui recolha de assinaturas por escrito e "online" em defesa da recuperação das Igrejas de Santo António e São Francisco. D. Duarte de Bragança junta-se ao apelo uma vez que, segundo levantamento técnico, é considerada urgente a resolução dos problemas estruturais do edifício. Além da humidade, salienta-se como imperioso travar os processos de deterioração do património móvel interior: talhas douradas, pinturas e azulejos "que poderão atingir níveis de irreversibilidade".
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| Autor |
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| ruivilela |
Data: 2007/11/2 23:25 Actualizado: 2007/11/2 23:25 |
Just popping in   Membro desde: 2007/8/5 De: Comentários: 4 |
 Re: D. Duarte no combate pelo património de Aveiro Concordo 100%, nasci e vivo em Aveiro. A Igreja de São Francisco de à uns anos para cá tem sido a capela mortuária da cidade. É uma pena ver aquele monumento degradar-se diariamente. Devia ser restaurada e recuperar a dignidade que perdeu ultimamente, ao ser uma capela mortuária afasta as pessoas de a verem e admirar.
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| Monarquias, campeãs da igualdade de oportunidades, de acordo com Forum Económico Mundial
Na linha da frente dos que mais fazem pela igualdade de sexos estão os países no Norte da Europa como Noruega (2), Dinamarca (13), Espanha (10), Reino Unido (11), Holanda (12), Suécia (1).Curiosamente na sua maioria, porque não existem mais, monarquias
Face a Republicas como França que passou do 70º lugar, próximo do Brasil (outra Republica que este ano piorou ,apesar do aumento de riqueza), para 51ª lugar, ou dos EUA o 31ª lugar e Austria (27º), ambos atrás de Cuba.Este resultado é a prova efectiva de que a iguladade de oportunidades é uma falácia entre as republicas, mesmo as mais ricas
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| Plano Nacional de Barragens impulsionam construção acima dos 3,5% embora só contribuam para 3% das necessidades energéticas nacionais
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| Republica Vs Monarquia
Vivem a ideologia de dois regimes diferentes mas unem forças na luta pelas liberdades públicas. Ribeiro Telles defende a instituição real como símbolo de continuidade histórica. Medeiros Ferreiras apoia-se na conquista do 25 de Abril para justificar a figura do presidente da República. A propósito da Implantação da República, hoje, 98 anos depois, como monárquico, o arquitecto aceitou entrevistar um republicano, a convite da Domingo
Na segunda-feira, dia 10 de Março , o programa “Prós e Contras” da RTP-1 foi subordinado ao tema ”Monarquia e República”.
O debate moderado por Fatima Campos ferreira teve entre outros oradores o Presidente da Causa Real, Dr. Paulo Teixeira Pinto, e o António Reis, Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano. |
| Centenário do reinado de D. Manuel II
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| Obra artistica de D. Carlos em "slide show"
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| Movimento Cívico pela Linha do Tua
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| CALCULADORA DE CARBONO, do programa comunitário «You Control Climate Change»
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Novo site da Casa Real Portuguesa
"PERGUNTAS PROIBIDAS", IDP na Rádio Europa..clicar para ouvir
Lançamento da «CONSTITUIÇÃO 2.0»
Entrevista ao Arq. Gonçalo Ribeiro Telles, pelo Jornal de negócios
Liberdade, igualdade, fraternidade, mutualismo, solidariedade: tudo isso é uma coisa linda Mas quando nos impingem a cidadania, a coisa complica-se... O que é o cidadão? Para mim, não é só ter direitos e deveres: é ter que servir. Foi aí que compreendi melhor o problema da monarquia. Porque o cidadão fica-se na Revolução Francesa, não vai ao serviço. Os ingleses têm a ideia do serviço, que nós perdemos. Têm o serviço do rei, da rainha - é indiscutível. É uma condição. Não é para estar, é para ser. Através de uma simbologia e de um veículo humano.
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precisamos de deixar de sustentar o insustentável.(...) dar respostas rápidas, através de estímulos fiscal e financeiro, que permitam a reestruturação eficaz das empresas e dos
bancos. Quanto à reforma da regulação dos mercados de capitais e da
supervisão bancária internacional, o G20, que representa 90% do PIBmundial, só deverá tomar decisões a sério quando chegar o presidente Obama.
Novas tecnologias, infraestruturas, renovação de
imóveis e investimento, são tudo àreas onde Estado pode dar o exemplo e criar as condições para a iniciativa privada. É que sem energia sustentável não existe desenvolvimento sustentável.
Chama-se a isto SmartPower,
É importante que se aproveite também em Portugal essa acção de regulamentação. Evitando erros antigos é importante que não se promova mais uma vez uma visão limitada de nivelamento dos critérios de rentabilidade numa lógica puramente financeira e que se identifiquem, de uma vez por todas, os pó-portuguesa. Teremos a oportunidade de olhar para o apoio à economia, para a indústria, para a logística e para as actividades agro-industriais
Manifestando a intenção de contrariar a inacção perante a actual conjuntura que a todos atinge directamente, a Direcção decidiu um quadro de acções de debate sobre a actuação de Portugal no cenário comunitário e internacional.
Uma das iniciativas é o início de uma coluna do IDP, intitulada RUMOS, a partir de 2 de Outubro 08, no jornal OJE.Agora que já todos entenderam que a crise de 2008 é estrutural e não limitada a alguns bancos, Nancy Pelosi veio afirmar “Acabou a festa!”
Estamos no limiar de uma nova época, em que um quadro de novas
regras de mercado e novos centros financeiros se virão a estabelecer.
E contudo, os EUA e outros países da UE estão a afiançar o capital financeiro penalizando a classe média com os argumentos de "salvar
empregos” e restabelecer confiança nos mercados. A continuar assim,
estão a remunerar o capitalismo parasita.
os economistas americanos Carmen Reinhart e Kenneth Rogoff pesquisaram as crises financeiras dos últimos 800 anos e concluíram que falências do Estado eram um "fenómeno universal". Muitos países, na verdade, faliram mais de uma vez.
Está o Instituto da Democracia Portuguesa através de um seu Grupo de Trabalho - empenhado em um projecto de desenvolvimento da região do Vale do Tua em que é elemento charneira a linha de caminho de ferro existente. Esse projecto teve os seus passos iniciais na visita de estudo a Mirandela em 26 de Abril pp. e está a recolher o apoio de autarquias locais.
Qualquer economista gagueja desculpas se tiver de esclarecer o impacto real da bolsa nos movimentos na economia real...A bolsa de Lisboa desceu 20 por cento desde o inicio do ano... Alguns bancos perderam 50 por cento do seu valor em acções. Mas para o agricultor
ou empresário, isso não tem significado.convém começar a perceber que, para Portugal, boa parte das respostas não dependem de Washington nem de Bruxelas mas apenas de nós mesmos, portugueses.
C 2º Visita temática do IDP a uma região do País, que apesar de rica em recursos naturais, padece de vários problemas estruturais. Fundão/Cova da Beira,
A 29 de Outubro de 2007, teve inicio ás 11:00 do dia 5 de Julho , no Auditório da Escola de Pescas e Marinha de Comércio aquela que foi a 1º Assembleia Geral do IDP, após a Assembleia Constituinte
Assembleia Geral do IDP – Instituto da Democracia Portuguesa –
realizar-se-á no próximo dia 5 de Julho de 2008
A crise que se viveu no País na semana passada e que deixou o Estado «vulnerável» nas palavras do próprio Primeiro-Ministro podia ter, de facto, consequências maiores, se o Governo não tivesse agido no tempo limite.
Na sequência da greve nos transportes que afectou todo o Portugal Continental e Ilhas, o IDP (Instituto da Democracia Portuguesa) lançou um ciclo de debates e contributos no âmbito do Grupo de Trabalho Segurança Humana
«Uma crise estrutural e com permanência prometida para
uma década».
É desta forma que Frederico de Carvalho,
professor no Instituto Superior Técnico, caracteriza a
crise alimentar mundial que está a afectar Portugal.----O documento serve de preparação para o Seminário do Fundão a 5 de Julho que está a ser preparado pelo IDP em parceria com as ASSOCIAÇÕES DE AGRICULTORES E REGANTES DA REGIÃO E COM A CAMARA MUNICIPAL
Terá lugar no próximo dia 5 de Julho de 2008, no Fundão, o Colóquio IDP subordinado ao tema «A crise alimentar nos centros urbanos e o desenvolvimento do mundo rural».Com a presença de SAR D. Duarte de Bragança
.
Frederico Brotas de Carvalho apresenta algumas questões prementes relativas ao sistema representativo e ao aprofundamento da Democracia em Portugal.
Claro que este grupo de crápulas tem contado com a cumplicidade dos Governos, de alguns políticos (Muitos…). Daí assistirmos “serenamente”, há décadas, ao abandono das terras e à consequente a migração sistemática dos camponeses para as cidades. Em Portugal, a UE pagou para não se plantar; pagou para não se pescar; comprou enfim a nossa relativa autonomia alimentar. Veja-se que chegámos a exportar trigo; hoje temos que o importar!!! Evidentemente que nesta empreitada de desestruturação agrícola, como de resto de outros sectores da economia, houve a colaboração militante de muitos Vasconcelos… (Traduza-se: traidores.).
No dia 25 de Abril de 2008, o Instituto da Democracia Portuguesa (IDP) deslocou-se ao alto Douro, com o seu presidente honorário, Dom Duarte de Bragança.
A Direcção, associados e colaboradores, para realizar uma visita temática cuja preparação logística esteve a cargo do comandante Temes de Oliveira. Esta visita foi o culminar de contactos e trabalhos anteriores, com o objectivo de colaborar com Munícipios da região por forma a identificar pontos fortes e oportunidades e a fim de reduzir as assimetrias regionais e potenciar projectos que sirvam as populações do interior Norte.
Os lucros extraordinários da Grande Expansão entre 1980 e o Verão de 2007 chegaram ao fim. E os lucros sempre foram necessários mas nunca suficientes para uma economia estável. Diminuíram forçosamente quando os BRIC dispararam e os EUA, em particular, não modificaram o paradigma de produção, entretendo-se com guerras. Agora, os agentes económicos têm de se adaptar a rendimentos mais equitativos que permitam manter empregos e consumos.
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Jornal de Negócios: Reportagem sobre IDP e os Think Tanks em Portugal
Em estado puro, um think tank é uma instituição plural formada a partir da sociedade civil, com "staff" próprio, que produz conhecimento regular no intuito de promover o debate sobre políticas públicas. "Um think tank deve ser formado por um conjunto plural de interesses, mas também não é necessária uma santa e beata independência"
O Instituto da Democracia Portuguesa (IDP), com D. Duarte de Bragança como presidente de honra, assume-se como um think tank, responde Frederico Carvalho, dirigente do instituto fundado em 2007. "Não somos monárquicos. Temos pessoas independentes e com filiação em partidos de todo o espectro político, divididas por vários grupos de trabalho"
Direito de Resposta
Rectificação do IDP relativamente ao artigo do Jornal de Negócios
,sobre Think Tanks em Portugal, ode o IDP foi confundido com uma das suas várias iniciativas on-line,
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Morte à Morte! Guerra à Guerra! A liberdade é uma cidade imensa da qual somos todos cidadãos.
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