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Rádio Europa : Perguntas Proibidas 15 de Julho 2010: Pedro carneiro
2010/7/13 1:34:44 (105 vizualizações)

Perguntas Proibidas 15 de Julho

monarquiaportuguesa.com,somosportugueses.com

O Instituto da Democracia Portuguesa entrevista Pedro Carneiro,
maestro, compositor e co-fundador da Orquestra de Câmara Portuguesa,
onde lidera um grupo excepcional de instrumentistas, da mais nova
geração de talentos musicais.


http://www.pedrocarneiro.com/

Perguntas Proibidas 15 de Julho de 2010, às 18:30



O Instituto da Democracia Portuguesa entrevista Pedro Carneiro,
maestro, compositor e co-fundador da Orquestra de Câmara Portuguesa,
onde lidera um grupo excepcional de instrumentistas, da mais nova
geração de talentos musicais. Orquestra em Residência no Centro
Cultural de Belém, é um dos projectos mais estimulantes dos últimos
anos da música em Portugal. Este ano a 11 de Setembro fará o Concerto
Inaugural da Temporada 2010-2011.A RTP 2 e a Antena 2 são seus
parceiros media. O projecto "O meu amigo toca na OCP", liga à
comunidade escolar. No mesmo sentido, desenvolve o projecto
OCPsolidária de que é exemplo o protocolo com a CerciOeiras. 2010 foi
marcante por ser o ano da internacionalização no passado 21 de Junho, na abertura do City Festival of London.



Pedro Carneiro:
Percussionista, compositor, chefe de orquestra

(...) Pedro Carneiro, que, tirando casos evidentes como o de Maria João Pires, é actualmente o intérprete com maior projecção internacional.
Teresa Cascudo, O Público

(...) Foi um toque de mestre para terminar a actuação fabulosa de Pedro Carneiro.
Rian Evans, Guardian de Londres

Pedro Carneiro, um intérprete notável e carismático, tocou de uma forma colossal (...). O que mais me impressionou foi a sua maneira incrível de variar a dinâmica, produzindo desde oceanos de sons profundos até ao sussurrar mais distante. (...) “Rebonds B” (...) demonstrou mais uma vez o talento quase Sobre-humano de Pedro Carneiro.
Peter Mechen, New Zealand Music Reviews

Pedro Carneiro é um dos raros instrumentistas de percussão a dedicar-se por completo a uma carreira de solista. O seu percurso revela-o dotado de um rico valor artístico em ascensão no circuito internacional. As suas interpretações expressivas pautam-se por uma criatividade que a par de um extraordinário desempenho técnico têm vindo a cativar plateias por todo o mundo, na Europa, na Ásia e nos USA.

Aos 30 anos já tocou em estreia absoluta mais de 70 obras e trabalha regularmente com um leque variado de prestigiados instrumentistas e compositores dos mais variados campos musicais. Os seus companheiros de música de câmara e compositores com quem tem vindo a trabalhar incluem a cravista Elisabeth Chojnacka, os pianistas Valentina Lisitsa, Alexei Kuznetsoff, Ruben Alves, Artur Pizarro e Filipe Pinto-Ribeiro, os quartetos Shanghai e Chilingirian, Steve Reich, James Dillon, Emmanuel Nunes, Egberto Gismonti e Django Bates.

Pedro Carneiro estudou piano, violoncelo e trompete desde os cinco anos de idade. Começou na Academia Luísa Todi em Setúbal e no Conservatório de Lisboa com o seu pai, para depois, como bolseiro da Fundação Gulbenkian no Guildhall School of Music and Drama, estudar com David Corkhill (timpanos e percussão) e Alan Hazeldine (Direcção de Orquestra), onde terminou a sua licenciatura em 1997 com a distinção Head of Department Award. Estudou também, como bolseiro do Centro Acanthes, com o percussionista Sylvio Gualda e mais tarde em Londres, com o marimbista Leigh Howard Stevens.

Pedro Carneiro foi vencedor de inúmeros prémios: Prémio Jovens Músicos, Prémio Maestro Silva Pereira, Park Lane Young Artists Auditions em Londres, Distinção do Orfeão de Leiria, Medalha de Honra da Cidade de Setúbal, Prémio da Hattori Foundation for Young Musicians de Londres, Distinção pelo Presidente da República em Abril de 2004, Prémio Revelação de Música Clássica na Gala Comemorativa do 12º aniversário da SiC.

O extenso repertório de Pedro Carneiro inclui as suas próprias transcrições de obras de Bach, Schumann e Bartok, clássicos do séc. XX como Stockhausen, Carter e Xenakis; obras concertantes de reconhecidos compositores contemporâneos; estreias de obras para percussão com interacção de computador. Na presente temporada, Pedro Carneiro inicia um novo e aliciante projecto: dirigir a partir do teclado da marimba. Das próximas colaborações num futuro próximo destaca-se a interpretação de obras clássicas e de concertos para marimba de compositores do nosso tempo.

Pedro Carneiro participa regularmente em festivais como: Sonorities Festival em Belfast, Concertos Promenade da BBC, Rhythm Sticks Festival no Queen Elizabeth Hall e Purcell Room em Londres, Festival Internacional de Música de Macau, New Zealand International Festival of the Arts, Festival d'Ile de France e Grant Park Music Festival de Chicago entre outros. Executou também inúmeros recitais em cidades como: Londres, Paris, Los Angeles, Sevilha, Hannover, Seoul, Tóquio, Manila e Hong Kong.

Nas últimas temporadas, Pedro Carneiro tem vindo a interpretar em estreia absoluta várias obras concertantes e de música de câmara ou solo (obras escritas especialmente para si) de compositores como Erkki-Sven Tüür, John Psathas, João Madureira, Ian Wilson, Gabriel Erkoreka, Áskell Masson, Thanos Mikroutsikos entre outros. Destacam-se ainda as estreias de obras para marimba/percussão e electrónica em tempo real de Paul Wilson, Ricardo Climent, Pedro Rebelo, Cort Lippe, Pedro Amaral, João Pedro Oliveira e Petra Bachratá, assim como obras dos compositores japoneses Dai Fujikura e Karen Tanaka – e uma intensa colaboração artística (o espectáculo gesamtkustBOTwerk) com o artista visual Leonel Moura.

Como concertista é regularmente convidado por diversas orquestras: BBC National Orchestra of Wales, London Mozart Players, Tampere Philharmonic Orchestra, Orquesta de la Comunidad de Madrid, Orquestra Sinfónica de Bilbao, Orquestra Nacional da Estónia, Gävle Symfoniorkester, Helsingborgs Symfoniorkester, Nordic Chamber Orchestra, Orchestre Régional de Basse-Normandie e Orquesta Sinfônica do Estado de São Paulo, tendo trabalhado com chefes de orquestra tais como Petri Sakari, John Neschling, Ronald Zollman, Kaspar de Roo, Jurjen Hempel, Olari Elts, Andrew Parrott, Juanjo Mena, José Ramón Encinar, John Størgårds, Hamish McKeich, Max Rabinovitsj, Sarah Ioannides, Joseph Swensen, entre outros.

Como compositor, a sua obra é editada pelas Editions BIM, na Suiça. O seu catálogo inclui obras para instrumentos a solo e música de camâra, assim como obras para dança contemporânea. Em Outubro de 2003 foi estreada “...ni mots, ni signes...” com textos do compositor e de Sebastião da Gama – para 12 vozes, violoncello, piano preparado, percussão e electrónica, obra encomendada pela Câmara Municipal de Setúbal, para celebrar o Ano Todi. No final de 2003, Carneiro terminou "…when the dusk was wet with dew..." para percussão solo inspirado na poesia de Sara Teasdale e na obra de Paula Rego. Esta peça, encomendada pelo Phoenix Dance Theatre/Leeds, foi utilizada pela cineasta Francesa Helene Bouquin, para a sua recente curta metragem. Em 2005 criou "Quattro Ritratti" (composição electroacústica em quatro canais), para a coreógrafa Teresa Simas e “Manifesto/Utopia" (composição electroacústica em seis canais), para o coreógrafo Rui Lopes Graça. Os seus próximos projectos incluem "Baladas e Virelais" (para orquestra e narrador, inspirada na obra de Guillaume de Machaut e José Cardoso Pires) e numa obra para o sexteto de percussões sueco Kroumata, inspirado na desconstrucção do livro de António Lobo Antunes “Não entres tão depressa nessa noite escura”, pelo jovem escritor Alexandre Simas Dias.

Pedro Carneiro é ouvido regularmente em estações de radio e televisão por todo o mundo (BBC, Radio France, Arte, Mezzo, etc). Durante 2003 foi lançado o CD "Música Portuguesa para Marimba" pela etiqueta Britânica Deux-Elles e em Novembro de 2004 foi editado o primeiro trabalho com a etiqueta francesa Zig-Zag Territoires, um DVDplus com obras de Iannis Xenakis. Esta gravação foi recebida pela imprensa internacional com enorme sucesso, tendo sigo distinguida pelas revistas e publicações da especialidade. O jornal Le Monde descreveu o disco como "precioso". O próximo trabalho editado pela Zig-Zag Territoires, um recital de marimba solo, será lançado a meados de 2006, altura em que estará também disponível em CD na Rattle Records "View from Olympus", de John Psathas (para piano, percussão e orquestra) com o pianista Michael Houstoun e a New Zealand Symphony Orchestra, dirigida por Marc Taddai. Em 2006 irá ainda ser editado "Improbable Transgressions" na Sirr-Ecords, um trabalho experimental de marimba a solo - com remixes e "transgressões" de artistas sonoros e DJ's como: Paulo Raposo, Ivan Franco, Christian Vogel, Chris Brown, Anthony Patheras e Convolution Brothers.

Como professor convidado proferiu masterclasses e palestras em diversos conservatórios como no Royal College of Music, Guildhall School of Music and Drama e Trinity College of Music em Londres, Hong Kong Academy for Performing Arts, Tokyo College of Music, Leigh Howard Stevens' Summer Marimba Seminar em New Jersey/EUA e na Universidade Estatal de São Paulo no Brasil, entre outros. A sua página na internet está disponivel em www.pedrocarneiro.com.

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