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boletim IDP
Divida soberana pelo Mundo-Mapa interactivo
Jantar-Debate IDP sobre “O CASO PT” com Miguel Horta e Costa, 22 de Julho
O ERRO DA OTA...conheça as razões por detrás do caso politico de 2007
D. Duarte na AG do IDP a 24 de Outubro de 2009
D Duarte discursa sobre o problema do Tratado de Lisboa, no Master do IDP
"1910", um livro a sair sobre as razões da queda da Monarquia
SAR D. Duarte na entrega dos certificados do 1º Master do IDP
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"Se as Joias falassem" a joalharia da casa Real,prólogo de SAR D. Isabel
O que a Censura cortou
"Monarquia é a chave para a nossa liberdade", por John Gray
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SECÇÃO:
2010/6/27 22:45:24 (48 vizualizações)
«António Manuel Couto Viana – um homem grande, alto, com postura direita e cabelos lisos, óculos de lentes grossas e que falava com aquele 'sotaque' popularmente chamado 'sopinha de massa'(...). Conheci-o por sermos os dois monárquicos e porque nutria simpatia por ele a partir do momento em que o achei um bom poeta marginalizado pelas suas opções políticas. Acho sempre injusta a marginalização, muito mais por opções políticas ou partidárias ou religiosas. Descobri que ele era também um nacionalista de direita, neo-fascista como declaradamente se definiu quando fui visitá-lo a sua casa e em público. A sua era uma casa recheada de livros, literalmente, do chão ao teto. A maioria deles de poesia lírica, alinhados numa biblioteca muito bem organizada. Já tinha então lido os seus poemas, que sempre admirei – embora, naturalmente, mais uns do que outros. Mostrou-me um desenho que fez com o hino da Mocidade Portuguesa e explicou-me o que era para ele isso de nacionalismo, direita, fascismo, neo-fascismo. Explicou-me porque lhe perguntei. Falou-me sobretudo nos ideais de companheirismo e de afirmação nacional e tradicional sem mácula para as outras nações (apesra do portuguesismo compreendia, portanto, o nacionalismo angolano desde que ligado às suas próprias tradições; considerava o rei do Kongo e o rei Zulu como amigos e chefes de nações, lembrando que era essa a posição de D. Duarte, o herdeiro do trono português). (...). Mas não era, seguramente, um ditador. Era um homem educado, respeitador da liberdade dos outros.
2010/6/27 18:08:09 (70 vizualizações)
Entrevista a D. Duarte, pela revista rayana "Contrabando" de junho/julho de 2010A desertificação do interior e as questões políticas actuais constituiram o mote desta entrevista
2010/6/27 5:05:49 (109 vizualizações)
 Apoiado entusiasticamente por monárquicos, e sendo ele próprio monárquico, depressa Oliveira Salazar desiludiu os monárquicos, quando ele próprio, depois de autorizar o regresso a Portugal da Família Real, que se encontrava exilada na Suiça, não teve a lucidez e o descernimento de optar pela transição democrática e trocar os militares de carreira que vinham ocupando o Palácio de Belém por um Rei, Dom Duarte de Bragança, sucedendo assim a Salazar no comando dos destinos de Portugal. Ao invés, Salazar permitiu que a República continuasse o seu fatídico percurso, já experimentado na década de 20 em direcção ao colapso, tendo a ousadia, o desplante e o despudor de nacionalizar e confiscar os bens da Casa de Bragança impossibilitando assim à Família Real os recursos necessários para possibilitar um avanço no percurso democrático no País.
2010/6/27 0:48:11 (89 vizualizações)
Ilhas gregas à venda para pagar dívida...serão as ilhas dos Açores e Madeira as próximas?
 Uma hipótese impossível em Monarquia porque nenhum monarca, jamais autorizaria alienação de território nacional, tal como é feito pelas republicas onde a estabilidade partidária surge antes da integridade territorialNotícia sobre alienações para reduzir dívida irritam o Governo grego, mas não apagam as dúvidas sobre a veracidade futura desta hipotese O jornal britânico The Guardian publicou ontem uma história segundo a qual o Governo grego se prepara para vender ilhas mediterrânicas visando reduzir a sua dívida pública de 300 mil milhões de euros, mais de 110% do PIB. O artigo citava casos específicos de venda, nomeadamente uma zona na ilha de Mykonos e uma ilha chamada Nafsika, no mar Egeu, cujo preço, num negócio privado, seria de 15 milhões de euros. O Governo grego desmentiu de imediato a reportagem. Em comunicado, Atenas considerou "enganadora" a informação sobre alienação de ilhas de propriedade pública e negou o interesse de investidores russos e chineses.
2010/6/26 13:56:19 (141 vizualizações)
O Príncipe D. Afonso troca ensino em Portugal por Colégio inglês
 O Infante D. Afonso trocou o Colégio de S. João de Brito, em Lisboa, por um prestigiado colégio interno inglês. O primogénito dos Duques de Bragança tem 14 anos e concluiu o ensino básico com boas notas. Em Setembro ingressará como interno num colégio tradicional inglês. "Achámos que seria útil fazer esta experiência numa escola tradicional inglesa, marcadamente católica e com uma forte componente de formação militar".
| Plano Nacional de Barragens impulsionam construção acima dos 3,5% embora só contribuam para 3% das necessidades energéticas nacionais
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| Republica Vs Monarquia
Vivem a ideologia de dois regimes diferentes mas unem forças na luta pelas liberdades públicas. Ribeiro Telles defende a instituição real como símbolo de continuidade histórica. Medeiros Ferreiras apoia-se na conquista do 25 de Abril para justificar a figura do presidente da República. A propósito da Implantação da República, hoje, 98 anos depois, como monárquico, o arquitecto aceitou entrevistar um republicano, a convite da Domingo
Na segunda-feira, dia 10 de Março , o programa “Prós e Contras” da RTP-1 foi subordinado ao tema ”Monarquia e República”.
O debate moderado por Fatima Campos ferreira teve entre outros oradores o Presidente da Causa Real, Dr. Paulo Teixeira Pinto, e o António Reis, Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano. |
| Obra artistica de D. Carlos em "slide show"
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| Monarquias, campeãs da igualdade de oportunidades, de acordo com Forum Económico Mundial
Na linha da frente dos que mais fazem pela igualdade de sexos estão os países no Norte da Europa como Noruega (2), Dinamarca (13), Espanha (10), Reino Unido (11), Holanda (12), Suécia (1).Curiosamente na sua maioria, porque não existem mais, monarquias
Face a Republicas como França que passou do 70º lugar, próximo do Brasil (outra Republica que este ano piorou ,apesar do aumento de riqueza), para 51ª lugar, ou dos EUA o 31ª lugar e Austria (27º), ambos atrás de Cuba.Este resultado é a prova efectiva de que a iguladade de oportunidades é uma falácia entre as republicas, mesmo as mais ricas
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Novo site da Casa Real Portuguesa
"PERGUNTAS PROIBIDAS", IDP na Rádio Europa..clicar para ouvir
Lançamento da «CONSTITUIÇÃO 2.0»
Bernard Lonergan,o novo paradigma da teoria económica
Entrevista ao Arq. Gonçalo Ribeiro Telles, pelo Jornal de negócios
Liberdade, igualdade, fraternidade, mutualismo, solidariedade: tudo isso é uma coisa linda Mas quando nos impingem a cidadania, a coisa complica-se... O que é o cidadão? Para mim, não é só ter direitos e deveres: é ter que servir. Foi aí que compreendi melhor o problema da monarquia. Porque o cidadão fica-se na Revolução Francesa, não vai ao serviço. Os ingleses têm a ideia do serviço, que nós perdemos. Têm o serviço do rei, da rainha - é indiscutível. É uma condição. Não é para estar, é para ser. Através de uma simbologia e de um veículo humano.
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Democracia Directa
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A vez do Estado
Jornal de Negócios: Reportagem sobre IDP e os Think Tanks em Portugal
Em estado puro, um think tank é uma instituição plural formada a partir da sociedade civil, com "staff" próprio, que produz conhecimento regular no intuito de promover o debate sobre políticas públicas. "Um think tank deve ser formado por um conjunto plural de interesses, mas também não é necessária uma santa e beata independência"
O Instituto da Democracia Portuguesa (IDP), com D. Duarte de Bragança como presidente de honra, assume-se como um think tank, responde Frederico Carvalho, dirigente do instituto fundado em 2007. "Não somos monárquicos. Temos pessoas independentes e com filiação em partidos de todo o espectro político, divididas por vários grupos de trabalho"
Direito de Resposta
Rectificação do IDP relativamente ao artigo do Jornal de Negócios
,sobre Think Tanks em Portugal, ode o IDP foi confundido com uma das suas várias iniciativas on-line,
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Para Pensar...
O português é um misto de sonhador e homem de acção, ou melhor, é um sonhador activo, a que não falta certo fundo prático e realista
Jorge Dias
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