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"Se as Joias falassem" a joalharia da casa Real,prólogo de SAR D. Isabel
O que a Censura cortou
"Monarquia é a chave para a nossa liberdade", por John Gray



SECÇÃO:

2010/6/27 22:45:24 (48 vizualizações)

«António Manuel Couto Viana – um homem grande, alto, com postura direita e cabelos lisos, óculos de lentes grossas e que falava com aquele 'sotaque' popularmente chamado 'sopinha de massa'(...).
Conheci-o por sermos os dois monárquicos e porque nutria simpatia por ele a partir do momento em que o achei um bom poeta marginalizado pelas suas opções políticas. Acho sempre injusta a marginalização, muito mais por opções políticas ou partidárias ou religiosas. Descobri que ele era também um nacionalista de direita, neo-fascista como declaradamente se definiu quando fui visitá-lo a sua casa e em público. A sua era uma casa recheada de livros, literalmente, do chão ao teto. A maioria deles de poesia lírica, alinhados numa biblioteca muito bem organizada. Já tinha então lido os seus poemas, que sempre admirei – embora, naturalmente, mais uns do que outros. Mostrou-me um desenho que fez com o hino da Mocidade Portuguesa e explicou-me o que era para ele isso de nacionalismo, direita, fascismo, neo-fascismo. Explicou-me porque lhe perguntei. Falou-me sobretudo nos ideais de companheirismo e de afirmação nacional e tradicional sem mácula para as outras nações (apesra do portuguesismo compreendia, portanto, o nacionalismo angolano desde que ligado às suas próprias tradições; considerava o rei do Kongo e o rei Zulu como amigos e chefes de nações, lembrando que era essa a posição de D. Duarte, o herdeiro do trono português). (...). Mas não era, seguramente, um ditador. Era um homem educado, respeitador da liberdade dos outros.

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2010/6/27 18:08:09 (70 vizualizações)

Entrevista a D. Duarte, pela revista rayana "Contrabando" de junho/julho de 2010


A desertificação do interior e as questões políticas actuais constituiram o mote desta entrevista

monarquiaportuguesa.com,somosportugueses.com

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2010/6/27 5:05:49 (109 vizualizações)

monarquia portuguesa.com,somosportugueses.com


Apoiado entusiasticamente por monárquicos, e sendo ele próprio monárquico, depressa Oliveira Salazar desiludiu os monárquicos, quando ele próprio, depois de autorizar o regresso a Portugal da Família Real, que se encontrava exilada na Suiça, não teve a lucidez e o descernimento de optar pela transição democrática e trocar os militares de carreira que vinham ocupando o Palácio de Belém por um Rei, Dom Duarte de Bragança, sucedendo assim a Salazar no comando dos destinos de Portugal. Ao invés, Salazar permitiu que a República continuasse o seu fatídico percurso, já experimentado na década de 20 em direcção ao colapso, tendo a ousadia, o desplante e o despudor de nacionalizar e confiscar os bens da Casa de Bragança impossibilitando assim à Família Real os recursos necessários para possibilitar um avanço no percurso democrático no País.

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2010/6/27 0:48:11 (89 vizualizações)

Ilhas gregas à venda para pagar dívida...serão as ilhas dos Açores e Madeira as próximas?


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Uma hipótese impossível em Monarquia porque nenhum monarca, jamais autorizaria alienação de território nacional, tal como é feito pelas republicas onde a estabilidade partidária surge antes da integridade territorial



Notícia sobre alienações para reduzir dívida irritam o Governo grego, mas não apagam as dúvidas sobre a veracidade futura desta hipotese

O jornal britânico The Guardian publicou ontem uma história segundo a qual o Governo grego se prepara para vender ilhas mediterrânicas visando reduzir a sua dívida pública de 300 mil milhões de euros, mais de 110% do PIB. O artigo citava casos específicos de venda, nomeadamente uma zona na ilha de Mykonos e uma ilha chamada Nafsika, no mar Egeu, cujo preço, num negócio privado, seria de 15 milhões de euros.

O Governo grego desmentiu de imediato a reportagem. Em comunicado, Atenas considerou "enganadora" a informação sobre alienação de ilhas de propriedade pública e negou o interesse de investidores russos e chineses.

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2010/6/26 13:56:19 (141 vizualizações)

O Príncipe D. Afonso troca ensino em Portugal por Colégio inglês

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O Infante D. Afonso trocou o Colégio de S. João de Brito, em Lisboa, por um prestigiado colégio interno inglês.
O primogénito dos Duques de Bragança tem 14 anos e concluiu o ensino básico com boas notas. Em Setembro ingressará como interno num colégio tradicional inglês.
"Achámos que seria útil fazer esta experiência numa escola tradicional inglesa, marcadamente católica e com uma forte componente de formação militar".

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