Entrevista ao Arq. Gonçalo Ribeiro Telles, pelo Jornal de negócios
Para Pensar...
Oxalá que os poetas românticos do Porto
sejam compreensivos a pontos de deixarem
uma nesgazinha de cemitério florido
que é para os poetas românticos de Lisboa não terem de
recorrer à vala comum.
Mário Cesariny